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dezembro, 2015

2015: o ano de demissões históricas nas grandes empresas

Reunimos os maiores anúncios de companhias feitos neste ano de crise dentro e fora do país Fonte: Exame Abril – Negócios

Em meio a escândalo, Volks corta diretores pela metade

Novos diretores também devem assumir ainda no primeiro trimestre do ano que vem Fonte: Exame Abril – Negócios

CSN pode reduzir capacidade de produção por baixa demanda

A CSN produz 5,6 milhões de toneladas por ano, mas no ano que vem esse número pode cair em 30% Fonte: Exame Abril – Negócios

Credit Suisse quer parte da carteira do BTG, diz fonte

O Credit Suisse negocia comprar uma parte da carteira de crédito de R$ 22 bilhões do BTG, segundo uma pessoa com conhecimento direto do assunto Fonte: Exame Abril – Negócios

Bancos australianos fazem acordo com Android Pay

Bancos incluindo Westpac, ANZ Banking e Macquarie aceitarão pagamentos via smartphones Android quando o Google lançar o serviço na primeira metade de 2016 Fonte: Exame Abril – Negócios

Poucas empresas no Brasil adotam benefícios para as mulheres

Apenas um terço das companhias do país concede licença-maternidade estendida de seis meses e somente 23% promovem campanhas pré e pós-natal, segundo pesquisa Fonte: Exame Abril – Negócios

Lyft contrata ex-executivo do Foursquare para operações

O app de transporte urbano Lyft contratou executivo com experiência em empresas iniciantes de tecnologia para liderar suas operações na costa leste dos EUA Fonte: Exame Abril – Negócios

Aquisições nas Américas Central e do Sul caem 52% em outubro

As transações feitas no mês somaram 4 bilhões de dólares, valor 67,7% menor do que o observado em outubro do ano passado Fonte: Exame Abril – Negócios

Flytour e Gapnet criam 2ª maior empresa de turismo no Brasil

O grupo resultante de operações de turismo, com volume de vendas de 5,5 bilhões de reais, terá como foco as viagens corporativas Fonte: Exame Abril – Negócios

Parlamento Europeu investigará escândalo da Volkswagen

“Segundo, é sobre a não intervenção de autoridades públicas dos países membros e da UE apesar de terem informação relevante” Fonte: Exame Abril – Negócios